|
Nicolas Floriani;
Dimas Floriani;
Adnilson de Almeida Silva;
Antonio Marcio Haliski
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Geografia; Geografia Humana; Geografia Agrária;
Ciências Humanas; Sociologia; Sociologia Rural
resumo ...
(en)
This text discusses some results from research on the formation of agroecological networks and subjects in traditional rural communities in the Center-South and Campos Gerais regions of Paraná state. We begin from the discussion of agroecology as a field for social production of knowledge and practices, through which cooperation strategies, disputes, and tensions between different actors at local, regional, and national scales become evident. To do so, three dimensions that mobilize resources and expand capacities for a relative socio-environmental autonomy that theoretically could be driven by agroecological projects are discussed: organizational, epistemological, and technological. A wide variety of social strategies for appropriating, producing, and legitimizing agroecological discourses and practices that reveal territorialization strategies for multiple motives (local social organizations, universities, unions and cooperatives, municipal, state, and federal government) can be seen. Notable among the competing agroecological imagery is that which resembles an ethics of peasantry and traditional knowledge, often diverging from the official scientific and institutional hegemonic beliefs in some aspects with regard to the autonomy of the three dimensions mentioned above. On these terms, we question to what extent various agroecological practices and imagery can mobilize social and ecological capital when appropriated (adapted and hybridized) by local rural communities in order to produce subjectivities and autonomies based on an ethics of peasantry.elocation-id: e2230103Received: 08.24.2021 • Accepted: 02.04.2022 • Published: 02.23.2022Original article / Blind peer review / Open access
(es)
Este texto tiene como objetivo discutir algunos resultados de investigaciones sobre la formación de redes y sujetos agroecológicos en comunidades rurales tradicionales de la Región Centro-Sur y Campos Gerais en Paraná. Se inicia con la discusión de la Agroecología (AE) como campo de producción social de saberes y prácticas, a través de la cual se evidencian estrategias de cooperación, disputas y tensiones entre diferentes actores a escala local, regional y nacional. Para ello, se abordan tres dimensiones que movilizan recursos y potencian capacidades de una relativa autonomía socioambiental, que teóricamente podrían ser impulsadas por proyectos agroecológicos: dimensión organizacional, dimensión epistemológica y dimensión tecnológica. Se evidencia, por tanto, la diversidad de estrategias sociales de apropiación, producción y legitimación de discursos y prácticas agroecológicas que revelan estrategias de territorialización de múltiples racionalidades, ya sean organizaciones sociales locales, universidades, gremios y cooperativas, poder público municipal, estatal y nacional. Se destaca, del conjunto de imaginarios agroecológicos en disputa, el que aborda una ética del campesinado y del saber tradicional, muchas veces divergente en algunos aspectos de las concepciones científica e institucional oficial hegemónicas, en cuanto a la autonomía de las tres dimensiones antes mencionadas. . En estos términos, se cuestiona en qué medida una o más prácticas e imaginarios de la agroecología –al ser apropiados (adaptados e hibridados) por las comunidades rurales locales– pueden aparecer como dispositivos movilizadores de capital social y ecológico para la producción de subjetividades y autonomías a partir de una ética campesina.elocation-id: e2230103Recibido: 24.08.2021 • Aceptado: 04.02.2022 • Publicado: 23.02.2022Artículo original / Revisión por pares ciegos / Acceso abierto
(pt)
Este texto tem como objetivo discutir alguns resultados de pesquisa acerca da formação de redes e sujeitos agroecológicos em comunidades rurais tradicionais da Região do Centro-Sul e dos Campos Gerais paranaenses. Parte-se da discussão da Agroecologia (AE) como campo de produção social de saberes e de práticas, pelo qual se evidenciam estratégias de cooperação, de disputas e tensões entre diversos atores em escalas local, regional e nacional. Abordam-se, para tanto, três dimensões mobilizadoras de recursos e de capacidades potencializadoras de uma relativa autonomia socioambiental, as quais teoricamente poderiam ser impulsionadas por projetos agroecológicos: dimensão organizacional, dimensão epistemológica e dimensão tecnológica. Evidencia-se, portanto, a diversidade de estratégias sociais de apropriação, produção e legitimação de discursos e práticas agroecológicas que desvelam estratégias de territorialização de múltiplas racionalidades, sejam elas de organizações sociais locais, de universidades, de sindicatos e cooperativas, de poder público municipal, estadual e nacional.Destaca-se, do conjunto de imaginações agroecológicas em disputa, aquela que se aproxima de uma ética da campesinidade e dos saberes tradicionais, muitas vezes divergentes em alguns aspectos das concepções hegemônicas científicas e institucionais oficiais, no que tange à autonomia das três dimensões anteriormente mencionadas. Nesses termos, questiona-se em que medida uma ou mais práticas e imaginários de agroecologia – quando apropriados (adaptados e hibridizados) por coletividades rurais locais – podem figurar como dispositivos mobilizadores de capitais sociais e ecológicos para a produção de subjetividades e autonomias assentes em uma ética da campesinidade.elocation-id: e2230103Recebido: 24.08.2021 • Aceito: 04.02.2022 • Publicado: 23.02.2022Artigo original / Revisão por pares cega / Acesso aberto
|
|
Mateus Luciani dos Santos;
Pedro Augusto Breda Fontão
Hygeia.Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde,
v. 18,
n. Especial,
p. 34-45,
2022
Home page
Palavra-chave:
Geografia da Saúde;
Alimentação;
acesso
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Educação
resumo ...
(pt)
O objetivo deste artigo é discutir as dualidades entre o sistema alimentar moderno, vinculado à produção de alimentos ultraprocessados por grandes corporações ligadas à alimentação, em oposição ao modelo tradicional, vinculado a produtos in natura com qualidade nutricional. Busca-se compreender as políticas do estado brasileiro quanto à garantia do direito humano à alimentação saudável (DHAA). Metodologicamente o artigo é construído a partir de uma revisão sistemática da literatura, utilizando bases Miltonianas como a de Saquet e Silva (2008) e Abrão (2010) para a compreensão do problema proposto. O resultado encontrado pelo estudo é que a capacidade de articulação da grande indústria alimentícia promove um território alimentar que está em uma disputa perene, especialmente devido ao amplo poder da grande indústria de se perpetuar pelo território inserindo seus produtos. Conclui-se portanto que o estado brasileiro dispõe de um arcabouço legislativo com intuito de garantir o DHAA. Entretanto, por fatores vinculados ao ambiente político e ao próprio interesse dos grandes grupos alimentares, as políticas públicas não são colocadas em prática de sua forma completa. O combate a esses problemas deve ser pautado politicamente, dessa forma podemos utilizar a dinâmica territorial do Sistema Único de Saúde (SUS) para solucionar esse problema.
|
|
Leandro Augusto Pereira;
Danilo Ramos;
José Lino de Oliveira Bueno
ACTA PSYCHOLOGICA,
v. 229,
p. 1-9,
2022
Palavra-chave:
Time estimation;
musical tempo;
Musical mode
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Psicologia Cognitiva; Cognição Musical
resumo ...
|
|
Christine de Alencar Chaves
Palavra-chave:
mystique;
Politics;
ritual;
collective action;
MST
resumo ...
|
|
Johanna Juk;
INVERNIZZI, NOELA;
INVERNIZZI, NOELA
Palavra-chave:
plant variety protection law;
political agenda;
Brasil
resumo ...
(en)
This article explains the paths on elaborating the Plant Variety Protection (PVP) Act in Brazil by showing the discussions and controversies that have surrounded this matter since the 1970s. Our hypothesis is that the PVP Act drafting, far from being centered on a discussion of agricultural and technical-scientific matters, has been a political process eminently based on the dynamic articulation of few actors who dispute interpretations in accordance to their own interests about whether signing the PVP Act was needful (or not). The analysis guided by the Multiple Streams theory shows a learning process for the main actors and institutions involved on this political agenda. The conclusion was that the political discussion around the PVP Act remains the same in Brazil, as it has still been questioned up today even after decades of its institution in the law promulgated in 1997.
(es)
This article explains the paths on elaborating the Plant Variety Protection (PVP) Act in Brazil by showing the discussions and controversies that have surrounded this matter since the 1970s. Our hypothesis is that the PVP Act drafting, far from being centered on a discussion of agricultural and technical-scientific matters, has been a political process eminently based on the dynamic articulation of few actors who dispute interpretations in accordance to their own interests about whether signing the PVP Act was needful (or not). The analysis guided by the Multiple Streams theory shows a learning process for the main actors and institutions involved on this political agenda. The conclusion was that the political discussion around the PVP Act remains the same in Brazil, as it has still been questioned up today even after decades of its institution in the law promulgated in 1997.
(pt)
This article explains the paths on elaborating the Plant Variety Protection (PVP) Act in Brazil by showing the discussions and controversies that have surrounded this matter since the 1970s. Our hypothesis is that the PVP Act drafting, far from being centered on a discussion of agricultural and technical-scientific matters, has been a political process eminently based on the dynamic articulation of few actors who dispute interpretations in accordance to their own interests about whether signing the PVP Act was needful (or not). The analysis guided by the Multiple Streams theory shows a learning process for the main actors and institutions involved on this political agenda. The conclusion was that the political discussion around the PVP Act remains the same in Brazil, as it has still been questioned up today even after decades of its institution in the law promulgated in 1997.
|
|
BUENO, MARIA ANGÉLICA DE MOURA;
PINTO, LAUREN MACHADO;
CESAR, MARIA RITA ASSIS;
Julio Gomes
Palavra-chave:
university;
territory;
Student;
Admission
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Educação; Ensino-Aprendizagem; Tecnologia Educacional;
Ciências Humanas; Educação
resumo ...
(en)
The article aims to present the ecological territory as an extension project with students entering a federal public university in the south of Brazil while performing virtual workshops during the COVID-19 pandemic. The realization of virtual workshops of the IN project focused on the incoming student (IN) and provided group meetings on themes of the university scope. Thus, we intend to present the experience of developing meetings in virtual workshops in everyday life, considering ecological territory as a daily life to be known and explored by students. The ecological universe gives the university a sense of relationship in an intersectoral and participative nexus in the dynamic spheres, which is vital to academic and personal development. This descriptive and qualitative study covers 32 meetings out of 437 virtual invitations sent, reaching the voluntary participation of 62 students enrolled in the IN Virtual Workshops. Through the content analysis method, we obtained qualitative results from the field diaries in the virtual workshops regarding the sense of belonging, vulnerability, distance education, and social support network. It concludes by excluding online alternatives of contact with incoming students as a public policy of inclusion and university permanence and identifying themselves as a way of welcoming and preventing mental health.
(pt)
Objetiva-se apresentar discussões do território ecológico como projeto de extensão com estudantes ingressantes em universidade pública federal da região sul brasileira na realização de oficinas virtuais em tempos de pandemia. A realização de Oficinas virtuais do projeto IN focada no estudante ingressante (IN) providenciou encontros grupais em temáticas do âmbito universitário. Tensionamos apresentar a experiência do desenvolvimento dos encontros nas oficinas virtuais no cotidiano vivido, considerando território ecológico enquanto cotidiano a ser conhecido e explorado pelos estudantes. O universo ecológico confere à universidade um sentido de relação em nexo intersetorial e participativo nas esferas dinâmicas consideradas como vitais ao desenvolvimento acadêmico e pessoal. Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo abrangendo 32 encontros dentre 437 convites virtuais encaminhados, atingindo a adesão de participação voluntária de 62 estudantes ingressos nas Oficinas IN virtuais. Pelo método de análise de conteúdo obteve-se resultados qualitativos dos diários de campo analisados nas oficinas virtuais relativo ao senso de pertencimento, vulnerabilidade, ensino EaD e rede social de suporte. Conclui-se pela relevância das alternativas on-line de contato com estudante INgresso como política pública em Inclusão e Permanência universitária, além de identificar-se enquanto via de acolhimento e prevenção em saúde mental.
|
|
Maria Angélica de Moura;
PINTO, LAUREN MACHADO;
CESAR, MARIA RITA ASSIS;
GOMES, JULIO
Palavra-chave:
university;
territory;
Student;
Admission;
Virtual
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Psicologia; Psicologia Social; Processos Grupais e de Comunicação;
Ciências Humanas; Psicologia; Psicologia Social; Papéis e Estruturas Sociais; Indivíduo;
Ciências Humanas; Educação
resumo ...
(en)
The article aims to present the ecological territory as an extension project with students entering a federal public university in the south of Brazil while performing virtual workshops during the COVID-19 pandemic. The realization of virtual workshops of the IN project focused on the incoming student (IN) and provided group meetings on themes of the university scope. Thus, we intend to present the experience of developing meetings in virtual workshops in everyday life, considering ecological territory as a daily life to be known and explored by students. The ecological universe gives the university a sense of relationship in an intersectoral and participative nexus in the dynamic spheres, which is vital to academic and personal development. This descriptive and qualitative study covers 32 meetings out of 437 virtual invitations sent, reaching the voluntary participation of 62 students enrolled in the IN Virtual Workshops. Through the content analysis method, we obtained qualitative results from the field diaries in the virtual workshops regarding the sense of belonging, vulnerability, distance education, and social support network. It concludes by excluding online alternatives of contact with incoming students as a public policy of inclusion and university permanence and identifying themselves as a way of welcoming and preventing mental health.
(pt)
Objetiva-se apresentar discussões do território ecológico como projeto de extensão com estudantes ingressantes em universidade pública federal da região sul brasileira na realização de oficinas virtuais em tempos de pandemia. A realização de Oficinas virtuais do projeto IN focada no estudante ingressante (IN) providenciou encontros grupais em temáticas do âmbito universitário. Tensionamos apresentar a experiência do desenvolvimento dos encontros nas oficinas virtuais no cotidiano vivido, considerando território ecológico enquanto cotidiano a ser conhecido e explorado pelos estudantes. O universo ecológico confere à universidade um sentido de relação em nexo intersetorial e participativo nas esferas dinâmicas consideradas como vitais ao desenvolvimento acadêmico e pessoal. Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo abrangendo 32 encontros dentre 437 convites virtuais encaminhados, atingindo a adesão de participação voluntária de 62 estudantes ingressos nas Oficinas IN virtuais. Pelo método de análise de conteúdo obteve-se resultados qualitativos dos diários de campo analisados nas oficinas virtuais relativo ao senso de pertencimento, vulnerabilidade, ensino EaD e rede social de suporte. Conclui-se pela relevância das alternativas on-line de contato com estudante INgresso como política pública em Inclusão e Permanência universitária, além de identificar-se enquanto via de acolhimento e prevenção em saúde mental.
|
|
BUENO, MARIA ANGÉLICA DE MOURA;
Lauren Machado Pinto;
CESAR, MARIA RITA ASSIS;
GOMES, JULIO
Palavra-chave:
university;
territory;
Student;
Admission;
Virtual
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Educação; Política, Planejamento e Avaliação Educacional; Política Educacional
resumo ...
(en)
The article aims to present the ecological territory as an extension project with students entering a federal public university in the south of Brazil while performing virtual workshops during the COVID-19 pandemic. The realization of virtual workshops of the IN project focused on the incoming student (IN) and provided group meetings on themes of the university scope. Thus, we intend to present the experience of developing meetings in virtual workshops in everyday life, considering ecological territory as a daily life to be known and explored by students. The ecological universe gives the university a sense of relationship in an intersectoral and participative nexus in the dynamic spheres, which is vital to academic and personal development. This descriptive and qualitative study covers 32 meetings out of 437 virtual invitations sent, reaching the voluntary participation of 62 students enrolled in the IN Virtual Workshops. Through the content analysis method, we obtained qualitative results from the field diaries in the virtual workshops regarding the sense of belonging, vulnerability, distance education, and social support network. It concludes by excluding online alternatives of contact with incoming students as a public policy of inclusion and university permanence and identifying themselves as a way of welcoming and preventing mental health.
(pt)
Objetiva-se apresentar discussões do território ecológico como projeto de extensão com estudantes ingressantes em universidade pública federal da região sul brasileira na realização de oficinas virtuais em tempos de pandemia. A realização de Oficinas virtuais do projeto IN focada no estudante ingressante (IN) providenciou encontros grupais em temáticas do âmbito universitário. Tensionamos apresentar a experiência do desenvolvimento dos encontros nas oficinas virtuais no cotidiano vivido, considerando território ecológico enquanto cotidiano a ser conhecido e explorado pelos estudantes. O universo ecológico confere à universidade um sentido de relação em nexo intersetorial e participativo nas esferas dinâmicas consideradas como vitais ao desenvolvimento acadêmico e pessoal. Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo abrangendo 32 encontros dentre 437 convites virtuais encaminhados, atingindo a adesão de participação voluntária de 62 estudantes ingressos nas Oficinas IN virtuais. Pelo método de análise de conteúdo obteve-se resultados qualitativos dos diários de campo analisados nas oficinas virtuais relativo ao senso de pertencimento, vulnerabilidade, ensino EaD e rede social de suporte. Conclui-se pela relevância das alternativas on-line de contato com estudante INgresso como política pública em Inclusão e Permanência universitária, além de identificar-se enquanto via de acolhimento e prevenção em saúde mental.
|
|
Paulo Ferracioli;
Andressa Butture Kniess;
Francisco Paulo Jamil Almeida Marques
Palavra-chave:
Checagem de fatos; Fact-checking; Jornalismo;
Teorias do Jornalismo, Jornalista, Profissão
Áreas do conhecimento:
Ciências Sociais Aplicadas;
Ciências Humanas; Ciência Política; Políticas Públicas
resumo ...
The article aims to capture the diversity of emerging practices in fact-checking by exploring, on the one side, journalists’ self-perception of the watchdog role they believe to perform and, on the...
|
|
FERNANDES, FLÁVIA ROBERTA;
SILVA, HELENA DE FÁTIMA NUNES;
Glauco Gomes de Menezes;
SARTORI, JEAN FRANK TEODORO DANTAS;
WENDT MISCHIATTI, JOÃO AUGUSTO
INTERNATIONAL JOURNAL FOR INNOVATION EDUCATION AND RESEARCH,
v. 10,
n. 4,
p. 200-220,
2022
DOI
Home page
Palavra-chave:
Communities of Practice;
Etiénne Wenger;
Jean Lave;
COPs
Áreas do conhecimento:
Ciências Sociais Aplicadas; Ciência da Informação;
Ciências Humanas; Educação
resumo ...
(en)
This article aims to identify the key authors and the theoretical foundations’ delineation of Lave and Wenger’s concept of Communities of Practice (CoPs) and its relationship with the learning theory. This exploratory and descriptive study applied a qualitative approach and bibliographic research based on Lave and Wenger’s (1991) publication “Situated Learning: Legitimate Peripheral Participation”. All 48 references indicated in their research and the perceived relevance the authors have in academia. Data analysis was conducted using bibliometric and content analysis techniques with the aid of the NVivo software. The results showed the relevance of the key authors to the academy based on their number of publications, citation analysis, h-index, fields of study and contributions to those fields. We also identified that the concept of Communities of Practice is interdisciplinarity amongst anthropology, sociology, and psychology.
|