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Antonio Carlos Vitte;
Silveira, Roberison Wittgenstein Dias da
Palavra-chave:
Humboldt;
Romantismo Alemão;
Naturphilosophie;
jogos de linguagem;
Historia e Epistemologia da Geografia
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Geografia Humana; Geografia Política;
Ciências Exatas e da Terra; Geociências; Geografia Física; Geomorfologia;
Linguística, Letras e Artes; Letras; Teoria Literária
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Clarissa Menezes Jordão
Palavra-chave:
Identidade;
Hibridismo;
agência
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Lingüística Aplicada; formação de professores de línguas estrangeiras;
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Lingüística Aplicada; ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras;
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Lingüística Aplicada
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Paulo Renato Guérios
Palavra-chave:
Música ucraniana;
Ucranianos - Brasil;
Imigrantes - Paraná;
Canto Religioso
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Antropologia da Música;
Ciências Humanas; Sociologia; Outras Sociologias Específicas; Sociologia da Arte;
Linguística, Letras e Artes; Artes; Música; Musicologia
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Ruth Bohunovsky
Palavra-chave:
literatura
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística
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Gustavo Nishida;
Adelaide Hercília Pescatori Silva;
Gustavo Nishida;
Gustavo Nishida
Palavra-chave:
fronteiras;
semântica;
pragmática;
fonética;
fonologia
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística
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(en)
Departing from Saussure, linguistic studies establish a delimitation of the theoretical object that is strengthened by a conception of what is “scientific”. Complementarily, linguistic studies establish what is not scientific, as well. It follows, then, as a corollary, that some disciplines are considered to be central to linguistic studies, while others are assigned a peripheral role. At the same time, the same conception that yields central and peripheral disciplines establishes hegemonic relationships for some theoretical frames but not to others. This scenery defines the companionship of the disciplines until the middle 70s, when there’s strong evidence, in the inner of these disciplines, for the debate on the limits and the nature of the theoretical object. It seems that the growth of areas concerning language studies which appeared and have been established in the same period worked this way. Theoretical perspectives, then, set formal approaches as the core in linguistic studies and the other disciplines are considered to be supporting devices: they are taken as auxiliary devices from the perspective of European structuralism and as interpretative devices from the perspective of American generativism. This paper presents a reflection on this movement in the linguistic studies as it is concerned with the redefinition of the status of linguistic data and their theoretical characterization, as well as with the epistemological status of the discipline. So, departing from the observation of phenomena related to the sounds of the language and syntactic phenomena, as well as phenomena that can be considered to be semantic and either pragmatic – depending upon the theoretical framework that is assumed – we discuss the redefinition of the theoretical object and, as an outcome, the redefinition of interdisciplinary boundaries.
(pt)
Considerando-se que a partir de Saussure se estabelece no interior dos estudos linguísticos uma delimitação do que é o seu objeto teórico, legitimada por uma concepção do que é científico, determina-se complementarmente também o que não é científico. Isso tem como corolário o estabelecimento de disciplinas centrais e periféricas no tratamento da linguagem segundo tal concepção, bem como o estabelecimento de relações hegemônicas de determinadas correntes em detrimento de outras. Esse é o cenário que define a convivência das disciplinas até meados dos anos setenta, quando ficam evidentes, no interior dessas disciplinas, os debates acerca dos limites e da natureza do objeto teórico. Parece ter sido assim que funcionou a expansão das áreas concernentes aos estudos da linguagem que surgiram e se afirmaram nesse período. As perspectivas teóricas propõem primazia aos tratamentos formais e prevêem as demais disciplinas como colaterais: auxiliares na perspectiva do estruturalismo europeu, interpretativas, no gerativismo americano. Este artigo apresenta uma reflexão sobre esse movimento na medida em que tematiza a redefinição do estatuto seja dos dados linguísticos e de sua caracterização teórica, seja do estatuto epistemológico da disciplina. Dessa forma, a partir da observação de fenômenos fônicos, sintáticos e fenômenos cujo enquadramento pode ser semântico ou pragmático – conforme a corrente explicativa – discutimos a redefinição do objeto teórico e, conseqüentemente, das fronteiras interdisciplinares.
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Lígia Negri;
SILVA, A. H. P.;
Gustavo Nishida;
Roberlei Alves Bertucci
Revista Letras (Curitiba),
v. 80,
p. 91-111,
2010
Palavra-chave:
fronteiras interdisciplinares;
arcabouço teórico;
primitivos teóricos
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Filosofia da Linguística
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Juliana da Silva Passos
Palavra-chave:
Representação;
Necessidades especiais;
Material didático
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Márcio Renato Guimarães
Palavra-chave:
advérbios;
Quantificação;
Classes Verbais
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Teoria e Análise Lingüística; Semântica
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(pt)
sem resumo
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Everton Ribeiro;
Suzanne Martins
Palavra-chave:
clown;
palhaço;
artista cenico;
Experiência;
Formação
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Artes; artes cenicas
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Renata Praça de Souza Telles
Palavra-chave:
Crítica literária brasileira;
Teoria Literária;
tempo;
narrativa contemporânea
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Teoria Literária
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ABRALIC - Associação Brasileira de Literatura Comparada
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