Publicações - linguística, letras e artes


Dulce Regina Baggio Osinski
REVISTA VIS: REVISTA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE, v. 20, n. 1, p. 19-42, 2021
Palavra-chave: Jornal Arte & Educação; Escolinha de Arte do Brasil; Imagem e educação; imprensa pedagógica
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Ciências Humanas; Educação; Fundamentos da Educação; História da Educação; Linguística, Letras e Artes; Artes; Educação Artística
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Fabiano Dalla Bona; Júlia Ferreira Lobão Diniz
TERRA ROXA E OUTRAS TERRAS, v. 41, p. 22-31, 2021 Home page
Palavra-chave: Gabriele D'Annunzio; écfrase; Literatura Medieval; Horror
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Estrangeiras Modernas; Linguística, Letras e Artes; Letras; Teoria Literária
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(en) Despite the contributions of Gabriele D'Annunzio (1863-1938) to the decadent movement, the author served throughout the 1980s as a great short story writer and journalist, with strong inspiration in the Italian verismo and in French naturalism. These inspirations made D'Annunzio develop what we will call pre-decadentism: narratives about a portion of the population mistreated by society. Trying to give veracity to his stories, the writer adopts, in addition to the zolian technique of direct observation, a very particular aesthetic that comes up against the definition of horror, since themes such as the grotesque, the mortuary and the sick are frequently approached to illustrate the suffering of your characters. The result of this is that, even before adopting a decadentist aesthetic based on ekphrasis - descriptions of works of art - and hypotyposis - pictorial descriptions without reference to a specific picture -, the author used these resources to enrich his naturalist tales; a horror of colors and textures so intense that it evolves into the picturesque. This article aims to analyze the Mare tenebrarum (Bachelard 2015) from the perspective of an aesthetic of horror (Lovecraft 1987; Todorov 1975) and the pictorial language (Louvel 2012) in the work The surgeon of the sea (1886).
(pt) Apesar das contribuições de Gabriele D'Annunzio (1863-1938) para o movimento decadentista, o autor atuou, durante toda a década de 1980, como um grande contista com fortes inspirações seja no verismo italiano, seja no naturalismo francês. Tais inspirações, principalmente aquelas ligadas à produção de Guy de Maupassant (1850-1893) fizeram com que D'Annunzio desenvolvesse o que chamaremos de pré-decadentismo: narrativas acerca de uma parcela da população vilipendiada e esquecida pela sociedade. Buscando dar veracidade às suas histórias, o escritor adota, além da técnica zoliana de observação direta, uma estética muito particular que esbarra na definição de horror, posto que temas como o grotesco, o mortuário e o doentio são abordados frequentemente para ilustrar o sofrimento de seus personagens. O resultado disso é que, mesmo antes de adotar uma estética decadentista baseada em écfrases - descrições de obras de arte - e hipotiposes - descrições picturais sem alusão a um quadro específico -, o autor utilizou tais recursos para enriquecer seus contos naturalistas; um horror de cores e texturas tão intensas que evolui para o pitoresco. O presente artigo objetiva analisar a estética do horror (Lovecraft 1987; Todorov 1975) sob um viés pictural (Louvel 2012) na obra O cirurgião do mar (1886).
Ana Josefina Ferrari; Elaine Trindade de Oliveira Ribeiro
DIVERS@! (MATINHOS), v. 14, n. 1, p. 69-79, 2021
Palavra-chave: Buen Vivir; BNCC; E.A Crítica
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística
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Roosevelt Rocha; Roosevelt Araujo da Rocha Junior
CLASSICA (SAO PAULO), v. 34, n. 1, p. 269-277, 2021 DOI Home page
Palavra-chave: Notação Musical Grega; Teoria musical; Modulação
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Clássicas; Língua e Literatura Grega (Música Grega)
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Maria Cristina Figueiredo Silva
VEREDAS - REVISTA DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS, v. 25, n. 2, p. 68-81, 2021
Palavra-chave: pronomes possessivos; Portugues Brasileiro; ensino de segunda língua
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Teoria e Análise Lingüística
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Márcio Renato Guimarães
REVISTA LETRAS, v. 104, n. 1, p. 69-90, 2021 DOI Home page
Palavra-chave: indo-europeu; Histoire de Babel; História de Babel; Linguística Indo-europeia; Sistemas de Ideias; Linguística da Idade Média
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Historiografia da Linguística
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(pt) Procuramos estabelecer os antecedentes históricos mais remotos da história de Babel, isto é, a narrativa da origem dos povos e línguas europeias baseada na narrativa bíblica, desde a Antiguidade Tardia até a teoria cítica do século XVII. A perspectiva adotada é a de entendermos esse período em seus próprios termos e não como uma época de antecedentes remotos e fragmentários das teorias científicas da linguística histórica institucionalizada. Por isso, identificaremos os principais componentes, cognitivos e sociais, do trabalho intelectual em que foram produzidos os textos em que é reproduzida essa narrativa das origens.
Ruth Bohunovsky
PANDAEMONIUM GERMANICUM (ONLINE), v. 24, n. 42, p. 304-332, 2021 Home page
Palavra-chave: cômico; Wolfgang Bauer; microdramas
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Estrangeiras Modernas
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Resumo À primeira vista, os microdramas de Wolfgang Bauer, escritos nos anos 1960, parecem ser...
Fernando Cerisara Gil; Caroline Rodrigues Dolinski Campos
Terceira Margem, v. 25, n. 45, p. 125-146, 2021
Palavra-chave: Vidas secas; Graciliano Ramos; matéria rural
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Brasileira
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Helen Cristiane de Aguiar
Revista Científica/FAP (Curitiba. Online), v. 24, n. 1, p. 313-324, 2021 Home page
Palavra-chave: Educação; Linguagem; estética; corpo
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais
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Roosevelt Araujo da Rocha Junior
EM TESE (BELO HORIZONTE. IMPRESSO), v. 27, n. 2, p. 281-296, 2021 DOI Home page
Palavra-chave: Pindaro; Recepção; Cultura Brasileira
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Clássicas; Língua e Literatura Grega
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(pt) Neste texto, discuto por que Píndaro é tão pouco lido, comentado e traduzido no nosso país. Pretendo demonstrar que ele não era um poeta ‘chapa-branca’, cuja função era apenas celebrar pessoas poderosas, nem necessariamente era um autor difícil de entender. Para desfazer esse preconceito e incrementar os estudos pindáricos nosso país é preciso desfazer esses preconceitos. Nesse sentido, cabe lembrar que ele teve grande influência na Antiguidade Clássica e é muito estudado e traduzido em outros países. Faço um percurso rápido pelo escasso pindarismo lusófono, mostrando que algumas discussões do passado ainda são pertinentes hoje em dia. Por fim, proponho a leitura da Nemeia 3, para demonstrar que Píndaro não é necessariamente difícil de entender e que não é justo chamá-lo de ‘chapa-branca’. Desse modo, espero estimular o crescimento do interesse por esse autor em nosso país.
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