Publicações - ciências da saúde


Gabriela Canalli Kretzschmar; Angelica Beate Winter Boldt; Adriano Targa
Frontiers in Genetics, v. 15, p. 1 2024 DOI
Palavra-chave: epigenética; polimorfismo; Saúde Pública; Depressão; Transtornos Mentais; transtorno cognitivo
Áreas do conhecimento: Ciências Biológicas; Genética Humana e Médica; Ciências Biológicas; Genética; Epigenética; Ciências da Saúde; Medicina; Genética epidemiológica
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Mental health conditions cover a broad spectrum of disturbances, including mental, neurological, and substance use disorders, suicide risk, and associated ps...
MIGUEL, EDSON ROBERTO ARPINI; BELLANI, WILLIAM AUGUSTO GOMES DE OLIVEIRA; MORAES ROCHA, ISABELLA; Izabel Cristina Meister Martins Coelho; ALMEIDA, MARCIO JOSÉ DE; ESTEVES, ROBERTO ZONATO
CADERNOS CAJUÍNA, v. 9, n. 5, p. e249534 2024 DOI Home page
Palavra-chave: Educação Interprofissional; ensino na saúde
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Medicina; Educação Médica; Ensino na Saúde
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(pt) Introdução: A educação interprofissional (EIP) tem sido apontada por gestores, profissionais de saúde e educadores como uma estratégia onde estudantes e professores aprendem de forma colaborativa. Objetivo: Fortalecer a proposta teórica e prática da EIP na gestão dos Programas de Pós-Graduação em saúde, como uma estratégia para promover mudanças na formação. Desenvolvimento: A distribuição dos mestrandos entre os professores orientadores e a análise dos temas que serão objetos de pesquisa/dissertação são assuntos discutidos previamente no colegiado do Programa de Pós Graduação stricto sensu. As expertises do grupo formam o arcabouço de competências comuns, específicas e colaborativas que definem a trajetória das orientações. Os docentes opinam e visualizam de forma integral o processo de desenvolvimento dos orientandos, corroborando a importância de olhares distintos, interdisciplinares e buscando práticas interprofissionais futuras dos mesmos. Considerações finais: Ao analisar a situação atual, apesar dos progressos recentes, a efetiva implementação da EIP na Pós Graduação ainda enfrenta desafios consideráveis. As reflexões deste ensaio destacam os benefícios da EIP no âmbito da gestão pedagógica da Pós-Graduação stricto sensu, incluindo o desenvolvimento de competências colaborativas e devem refletir numa maior integração das equipes de saúde e fortalecendo práticas colaborativas de assistência.
Jéssica Cristina Pereira Borges; Milena Leithold; Patrícia Maria Tsukuda; MN Rocha
CADERNO PEDAGÓGICO (LAJEADO. ONLINE), v. 12, p. 01-21, 2024 DOI Home page
Palavra-chave: ensino; Farmácia; fitoterápico; Programa de Educação Tutorial; Suplementos alimentares
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Ciências da Saúde; Farmácia; Análises Clínicas; Ciências da Saúde; Farmácia; Assistência farmacêutica
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(pt) O Programa de Educação Tutorial (PET) integra ações de ensino, pesquisa e extensão, aprimorando a formação universitária. Alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o ensino farmacêutico e, sob a orientação de um tutor, o PET-Farmácia da UFPR complementa atividades curriculares, explorando temas como espécies vegetais emergentes, exemplificadas pela Maca Peruana (Lepidium meyenii W). Diante da ascendente popularidade dos fitoterápicos, o profissional deverá estar capacitado para exercer o cuidado farmacêutico valendo-se também de drogas vegetais. Este trabalho tem como objetivo descrever características, propriedades e evidências identificadas em estudos clínicos relacionados à maca peruana (Lepidium meyenii W.) na saúde humana, utilizando as informações para complementar de forma interdisciplinar a formação farmacêutica. A metodologia adotada foi uma revisão narrativa da literatura com abordagem qualitativa, retrospectiva e exploratória. Foram utilizadas as bases de dados PubMed, Scopus e Web of Science. As informações coletadas foram apresentadas aos integrantes (16) do grupo PET-Farmácia UFPR, confrontando-as DCNs farmacêuticas, com propósito de identificar lacunas a serem complementadas com conteúdos sobre a maca peruana. Os resultados indicam que o vegetal apresenta atividades neuroprotetora, anti-inflamatória, quimioprotetora, antioxidante entre outras. A avaliação das diretrizes curriculares demonstra que estudos sobre a maca peruana podem complementar a graduação por meio da abordagem de conteúdos relacionados à metodologia científica, fitoquímica, farmacognosia, farmacologia, entre outros. Esse trabalho destaca a educação tutorial promovida pelo Programa PET como promotora de reflexão e capaz de complementar a formação farmacêutica, por meio de conteúdos não explorados nos cursos de farmácia.
João Victor Siqueira Dias; Yasmine Mendes Pupo; Nerildo Luiz Ulbrich; Marcos André Kalabaide Vaz; ana paula gebert
REVISTA GESTÃO & SAÚDE (CURITIBA), v. 26, n. 26, p. 528-541, 2024 Home page
Palavra-chave: Adesivos; silanos; Cerâmicas
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Prótese Odontológica
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MINEIRO, LINDOMAR; ZEIGELBOIM, BIANCA SIMONE; DOS SANTOS, CHRISTIANO FRANCISCO; DA ROSA, MICHÉLI RODRIGUES; VALDERRAMAS, SILVIA; Anna Raquel Silveira Gomes
Molecular & Cellular Biomechanics, v. 21, p. 117 2024 DOI
Palavra-chave: osteoporosis; Older People; postural balance; accidental falls; exercises
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Farmacologia; Transmissão Neuromuscular; Ciências da Saúde; Educação Física; História do Esporte; Ciências da Saúde; Medicina; Clínica Médica; Nefrologia
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(en) Aim: This study aimed to systematically review the existing evidence on the effects of physical exercise on muscle strength, balance, risk of falls, and fractures for older women with osteoporosis. Methods: MEDLINE (PubMed), Cochrane Central Register of Clinical Trials, Web of Science, PEDro, and Lilacs were searched, and the methodological qualities were measured using the Assessing risk of bias—Cochrane Collaboration’s tool scale. Results: Eight controlled clinical trials were included. Conclusion: Multicomponent physical exercise, not only balance, may be considered as an intervention for older women with osteoporosis due to its effects on balance, strength, and functional outcomes. Future new randomized controlled trials should focus on parameters to prescribe physical exercise as the progression of resistance and its effects on skeletal muscle function, balance, strength, risk, and number of falls and fractures for older women with osteoporosis.
Marcia Helena Lenardt; LETA, PATRÍCIA ROSA GONÇALVES; CECHINEL, CLOVIS; RODRIGUES, JOÃO ALBERTO MARTINS; BETIOLLI, SUSANNE ELERO; BINOTTO, MARIA ANGÉLICA
AQUICHAN (BOGOTÁ), v. 24, n. 1, p. 1-22, 2024 DOI
Palavra-chave: Aged; COVID-19; physical distancing; exercise; frailty; Observational study
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Enfermagem; Cuidado do idoso; Enfermagem Gerontológica; Ciências da Saúde; Enfermagem; Enfermagem geriátrica; Ciências da Saúde; Enfermagem; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso
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(en) Introduction: The association between reduced physical activity and social isolation has been described in the literature, but the relationship between the level of adherence to protective measures among older adults during the COVID-19 pandemic and the effects of physical inactivity on frailty remains a significant knowledge gap. Objective: To analyze the effects of social distancing and isolation caused by the COVID-19 pandemic on frailty in the elderly and on their physical activities in primary health care in a basic health unit in Brazil. Materials and methods: A prospective cohort study conducted in households and basic health units. In the first wave, before the pandemic, the sample consisted of non-frail elderly (n = 168). After a mean follow-up of 762 days, a second wave was conducted in which the elderly were classified according to their level of exposure to social distancing and isolation (n = 100) and the outcomes “level of physical activity” and “frailty status” were observed. Sociodemographic and clinical questionnaires, the Mini-Mental State Examination, physical markers of frailty, and level of exposure to social distancing and isolation were used. Descriptive statistics, association, survival curves, and proportional hazards regression were used. Results: Of the elderly, 53% transitioned to pre-frailty and 21% showed a decrease in physical activity. There was a high percentage of low adherence to social distancing and isolation, and there was no association with physical activity and frailty (p = 0.288; p = 0.351, respectively). Women had a higher risk of being classified as pre-frail or frail (2.53; 95% CI, 1.01-6.34) and of having a decrease in physical activity (2.13; 95% CI, 1.06-4.26). Conclusion: There was no association between protective measures of social distancing and isolation, physical activity, and frailty. Older people with reduced levels of physical activity should be encouraged to exercise to remain active and avoid the transition to frailty, functional decline, and dependency.
(es) Introducción: la asociación entre la disminución de la actividad física y el aislamiento social ya ha sido descrita en la literatura, sin embargo la relación entre el nivel de adherencia de los ancianos a las medidas de protección durante la pandemia de covid-19 y los efectos causados por la inactividad física sobre la condición de fragilidad permanece con un importante vacío de conocimiento. Objetivo: analizar los efectos del distanciamiento y el aislamiento social generados por la pandemia de covid-19 sobre la fragilidad de los ancianos y las actividades físicas realizadas por ellos en la atención primaria de salud en una Unidad Básica de Salud en Brasil. Materiales y método: estudio de cohorte prospectivo, realizado en domicilios y en unidades de atención primaria de salud. En la primera oleada, prepandémica, la muestra estaba formada por ancianos no frágiles (n = 168). Tras un seguimiento medio de 762 días, se llevó a cabo una segunda etapa, en la que se clasificó a los ancianos en función de su nivel de exposición al distanciamiento social y al aislamiento (n = 100), así como de los resultados “nivel de actividad física” y “estado de fragilidad”. Se utilizaron cuestionarios sociodemográficos y clínicos, miniexamen del estado mental, marcadores de fragilidad física y grado de adhesión al distanciamiento y el aislamiento social. Se realizaron estadísticas descriptivas, análisis de asociación, curvas de supervivencia y regresión de riesgos proporcionales. Resultados: el 53 % de los ancianos pasaron a la situación de prefragilidad y el 21 % mostraron una disminución de la actividad física. Hubo un alto porcentaje de baja adherencia al distanciamiento social y al aislamiento, y no hubo asociación con la actividad física y la fragilidad (p = 0,288; p = 0,351, respectivamente). Las mujeres tenían un mayor riesgo de ser clasificadas como pre-frágiles o frágiles (2,53; IC 95 %, 1,01-6,34) y de mostrar una disminución de la actividad física (2,13; IC 95 %, 1,06-4,26). Conclusión: no hubo asociación entre las medidas protectoras de distanciamiento social y aislamiento, actividad física y fragilidad. Se debería animar a los ancianos con un nivel reducido de actividad física a practicarla para mantenerse activos y evitar la transición a la fragilidad, la pérdida de funcionalidad y la dependencia.
(pt) Introdução: a associação entre a diminuição da atividade física e o isolamento social já foi descrita na literatura, entretanto a relação do nível de adesão dos idosos às medidas protetivas durante a pandemia da covid-19 e os efeitos ocasionados pela inatividade física na condição de fragilidade permanece com expressivo hiato de conhecimento. Objetivo: analisar os efeitos do distanciamento e do isolamento sociais gerados pela pandemia da covid-19 na fragilidade em idosos e nas atividades físicas realizadas por eles da atenção primária à saúde de uma Unidade Básica de Saúde do Brasil. Materiais e método: estudo de coorte prospectivo, realizado nos domicílios e em unidades básicas de saúde. Na primeira onda, pré-pandemia, a amostra foi composta por idosos (n = 168) não frágeis. Após o seguimento médio de 762 dias, realizou-se uma segunda onda, em que se classificaram os idosos conforme o nível de exposição ao distanciamento e ao isolamento sociais (n = 100), bem como se observaram os desfechos “nível de atividade física” e “condição de fragilidade”. Aplicaram-se questionários sociodemográfico e clínico, miniexame do estado mental, marcadores de fragilidade física e grau de adesão ao distanciamento e ao isolamento sociais. Realizaram-se análises estatísticas descritivas, de associação, curvas de sobrevida e regressão de riscos proporcionais. Resultados: 53 % dos idosos transicionaram para a pré-fragilidade e 21 % apresentaram diminuição de atividade física. Houve elevado percentual de baixo grau de adesão ao distanciamento e ao isolamento sociais, e não se observou associação com atividade física e fragilidade (p = 0,288; p = 0,351, respectivamente). Mulheres tiveram mais risco de se classificarem como pré-frágeis ou frágeis (2,53; IC 95 %, 1,01-6,34) e de apresentarem diminuição de atividade física (2,13; IC 95 %, 1,06-4,26). Conclusão: não houve associação entre medidas protetivas de distanciamento e isolamento social, atividade física e fragilidade. Idosos que apresentam redução do nível de atividade física devem ser estimulados à sua prática a fim de se manterem ativos e se evitar a transição para a fragilidade, para a perda de funcionalidade e para a dependência.
FRANÇA NETO, OLÍMPIO R.; AMOR, MIGUEL; CERCI, RODRIGO J.; CUNHA-PEREIRA, CARLOS A.; MASUKAWA, MARGARET; VITOLA, JOÃO V.
Cardiology And Therapy, v. 13, p. 341-357, 2024 DOI
Palavra-chave: Isquemia miocárdica; IVABRADINA
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Medicina; Cardiologia; Ecocardiografia
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Ivabradine reduces heart rate (HR), episodes of angina, and nitrate consumption, and increases exercise capacity in patients with chronic angina (CA). In this exploratory study, myocardial perfusion scintigraphy (MPS) was used to evaluate changes in the percentage of myocardial ischemia after ivabradine therapy in patients with CA. This prospective, open-label, single-arm study included patients with CA receiving maximum tolerated doses of beta blockers, who had a resting HR ≥ 70 bpm and had experienced ischemia according to MPS during an exercise test at baseline. Participants received ivabradine 5 mg twice daily (titrated according to HR) concomitant with beta blockers. A second MPS was performed after 3 months, without interruption of treatment with beta blockers or ivabradine. The primary outcome was change in the percentage of myocardial ischemia from baseline to 3 months. Time to ischemia during the exercise test, the proportion of patients presenting angina during the exercise test, and health status, assessed using the seven-item Seattle Angina Questionnaire-7 (SAQ-7), were also evaluated. Twenty patients (3 females) with a mean (± standard deviation [SD]) age of 62.2 ± 6.5 years were included in the study, of whom 55% had diabetes, 70% had previous myocardial revascularization, and 45% had previous myocardial infarction. The percentage of patients with myocardial ischemia significantly decreased from baseline to 3 months after initiation of treatment with ivabradine (− 2.9%; 95% confidence interval [CI] − 0.3 to − 5.5; p = 0.031). Mean time to appearance of ischemia increased from 403 ± 176 s at baseline to 466 ± 136 s at 3 months after initiation of ivabradine (Δ62 s; 95% CI 18–106 s; p = 0.008), and the proportion of patients experiencing angina during the exercise test decreased from 40% at baseline to 5% also at 3 months (p = 0.016). Mean resting HR decreased from 76 ± 7 bpm at baseline to 55 ± 8 bpm at 3 months (p < 0.001). The mean SAQ-7 summary score improved from 69 ± 21 at baseline to 83 ± 12 at 3 months (p = 0.001). No serious adverse effects were reported. Ivabradine added to beta blockers was associated with a reduction in detectable myocardial ischemia by MPS in patients with CA. Infographic available for this article. The trial has been retrospectively registered with the Brazilian Registry of Clinical Trials (REBEC) under the following number RBR-5fysqrh (date of registration: 30 November 2023).
VELASQUEZ, AMALIA CELSY ABREGU; TSUJI, MAYUMI; DOS SANTOS CORDEIRO, LIDIANA; PETINATI, MARIA FERNANDA PIVETTA; REBELLATO, NELSON LUIS BARBOSA; SEBASTIANI, ALINE MONISE; Delson João da Costa; SCARIOT, RAFAELA
ORAL AND MAXILLOFACIAL SURGERY, v. 5, p. 1313-1320, 2024 DOI
Palavra-chave: dentes inclusos
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Faciais; Ciências da Saúde; Odontologia; Ortodontia
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This study evaluated the efficacy of Valeriana officinalis L. and Passiflora incarnata L. to control anxiety, surgical discomfort, and changes in vital signs of patients undergoing extraction of two unilateral third molars. This study is a randomized, triple-blinded clinical trial. Fifty-four patients were allocated into three groups (Valeriana officinalis L., Passiflora incarnata L., and placebo). Anxiety levels were assessed using the State-Trace Anxiety Inventory (STAI) index, surgical discomfort using the QCirDental, and through the measurement of vital signs. The surgical times evaluated were before (T0), during (T1), and after surgery (T2). There was evidence that both Valeriana officinalis L. and Passiflora incarnata L., reduced STAY-S scores between T0 and T2 (p < .05), unlike placebo (p = .129). There was no change in surgical discomfort in all groups over time, and vital signs presented variable results. Phytotherapy drugs showed a reduction in anxiety state compared to the placebo group during third molar extraction procedure.  klRBR-6kcxvrc, March 10, 2022.
Edvane Birelo Lopes De Domenico; Luciana Puchalski Kalinke
REBEN - REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM, v. 77, n. 2, p. 1 2024 DOI
Palavra-chave: Enfermagem oncológica; Enfermeiro Navegador
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Enfermagem; enfermagem oncológica
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RAMOS, TANGRIANE HAINISKI; SILVA, LEONEL DOS SANTOS; CARVALHO, TELMA PELAES DE; NOGUEIRA, LUCIANA DE ALCANTARA; MANTOVANI, MARIA DE FÁTIMA; Luciana Puchalski Kalinke
REVISTA BRASILEIRA DE CANCEROLOGIA, v. 70, n. 2, p. 1-4, 2024 DOI
Palavra-chave: esperança; Cuidados Paliativos; Enfermagem oncológica
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Enfermagem; enfermagem oncológica
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(en) Hope is a multidimensional and multifaceted construct intertwined in the process of caring for people with cancer. It is a dynamic, adaptive emotional state essential for transcendence. This study aims to reflect on the hope of individuals with advanced cancer in palliative care. Hope is determined by various intrinsic, functional, socio-affective, psycho-emotional, and therapeutic factors; among others, it is anchored and enhanced by spirituality, propelling the transcendence of adversity imposed by progressive illness and the search for meaning in life. There is a positive relationship between hope and health-related quality of life, as it is part of a dynamic "mechanism" closely associated with biopsychosocial-spiritual well-being. It is important to reflect on the impact of hope on the care of individuals with advanced cancer for holistic planning grounded in the assessment and promotion of hope to assist in achieving balance.
(es) La esperanza es un constructo multidimensional y multifacético entrelazado en el proceso de cuidar a las personas con cáncer. Es un estado emocional dinámico, adaptativo y esencial para la trascendencia. El objetivo de este estudio es reflexionar sobre la esperanza de las personas con cáncer avanzado en Cuidados Paliativos. La esperanza está determinada por diversos factores intrínsecos, funcionales, socioafectivos, psicoemocionales, terapéuticos, entre otros. Está anclada y potenciada por la espiritualidad, impulsando la trascendencia de la adversidad impuesta por la enfermedad progresiva y la búsqueda de sentido en la vida. Existe una relación positiva entre la esperanza y la calidad de vida relacionada con la salud, ya que es parte de un "mecanismo" dinámico estrechamente asociado al bienestar biopsicosocial-espiritual. Es importante reflexionar sobre el impacto de la esperanza en el cuidado de las personas con cáncer avanzado para una planificación holística fundamentada en la evaluación y promoción de la esperanza para ayudar a alcanzar el equilibrio.
(pt) A esperança é um constructo multidimensional e multifacetado imbricado no processo de cuidar das pessoas com câncer, trata-se de estado emocional dinâmico, adaptativo e essencial para transcendência. O objetivo deste estudo é refletir sobre a esperança da pessoa com câncer avançado em cuidados paliativos. A esperança é multideterminada por diferentes fatores intrínsecos, funcionais, socioafetivos, psicoemocionais, terapêuticos; entre outros, ela é ancorada e potencializada pela espiritualidade, que propulsiona a transposição da adversidade imposta pela doença progressiva e busca de sentido da vida. Existe relação positiva entre a esperança e a qualidade de vida relacionada à saúde, além de ser parte de uma “engrenagem” dinâmica, intimamente associada ao bem-estar biopsicossocioespiritual. Faz-se importante a reflexão do impacto da esperança no cuidado da pessoa com câncer avançado para um planejamento holístico e fundamentado na avaliação e promoção da esperança no intuito de auxiliar na busca de equilíbrio.
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