Publicações - linguística, letras e artes


Yuri Behr; Clayton Rosa Mamedes; CHUEKE, ISAAC
REVISTA VÓRTEX, v. 8, n. 1, p. 1-17, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: Musical composition; Teaching; Poetics; creativity
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística; Linguística, Letras e Artes; Artes; Música; Pesquisa e Recuperação de Acervo Histórico Fonográfico; Linguística, Letras e Artes; Artes; Música; Composição Musical
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(en) The challenge involved in the teaching of musical composition is somewhat analogous to the issue of reconciling theory and practice; this is when the teacher– student relationship triggers a flow of information that leads to the construction of new concepts that are established by either or both sides. The present paper emerged from a roundtable held at the “The Teaching of Composition at the University” colloquium, which took place at the State University of Paraná in November 2019. The authors did not attempt to arrive at definitive conclusions but, rather, point out directions for critical reflection and practical approaches about the issue of teaching composition. The occasion was also an excellent one for sharing didactic experiences taking place at universities in Brazil and abroad.
Francine Fernandes Weiss Ricieri
DIADORIM (RIO DE JANEIRO), v. 22, n. 1, p. 384-408, 2020 DOI
Palavra-chave: Cruz e Sousa; Pedro Kilkerry; Ritmo
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras
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(pt) Dois poemas longos (que têm em comum a encenação de duas execuções musicais) colocam em discussão aspectos teóricos da constituição da categoria “sujeito lírico” em sua relação com o conceito de “endereçamento”. A consideração da experiência poética como resistente à representação e voltada para o que Rancière pensou como “partilha do sensível”, leva, também à exploração das formas de estabelecimento de um ritmo por meio do qual cada um dos poemas presentifica as execuções referidas. Reportando-se a reflexões de Rogério Chociay sobre a complexidade dos suportes rítmicos em poesia, de Mary Ann Caws e Octavio Paz sobre poema longo e, finalmente, de Joëlle de Sermet (que recupera, por sua vez, Benveniste) a propósito daquelas duas categorias (sujeito lírico e endereçamento), o ensaio se volta, ainda, para o estabelecimento de uma subjetividade que se constitui pelo embate ou diálogo com alteridade(s), em eventuais projetos de constituição de comunidade(s),  em uma posição política, ou de que derivam Políticas da escrita, nos termos propostos por Rancière, no livro com esse título. “Violões que choram...”, de Cruz e Sousa, organiza-se a partir de um jogo de ocultação/apresentação de uma voz. Centrando-se na exploração da construção do ritmo, sobretudo no âmbito macroestrutural da estrofação do poema e no modo como ela organiza pausas, suspensões ou fluxos, a análise abordou aspectos da complexidade da subjetividade constituível em poesia, na modernidade. Exploraram-se, ainda, reflexões de Caws a propósito de como um poema organiza ritmicamente a experiência da leitura. “Harpa esquisita”, de Pedro Kilkerry, é pensado a partir do mesmo aporte téorico, em abordagem convergente. Entende-se que a comparação tenha contribuído para evidenciar aspectos específicos de cada uma das composições, adensando a problematização das categorias teóricas em discussão. Uma decorrência indireta seria a contribuição para um redimensionamento histórico das poéticas usualmente referidas pelo recurso à categoria historiográfica “simbolismo”.
DOS SANTOS, SEBASTIÃO LOURENÇO; Elena Godoy
REVISTA MEMORARE, v. 7, n. 2, p. 44-58, 2020 DOI
Palavra-chave: cognição; Interação; processamento da linguagem; Racionalidade; teoria da relevância
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Pragmática; Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Psicolingüística
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(pt) O interesse pela influência das emoções sobre a linguagem humana remonta à Grécia antiga, sendo que, ao longo da história, a dicotomia corpo/mente mostrou-se bastante aguda, principalmente na Filosofia, com Espinosa, Santo Agostinho, Kant e Descartes, para quem as emoções seriam sinal de distúrbio e uma mente sadia seria aquela que estivesse livre das paixões. Tomando como referência a Teoria da Relevância (SPERBER; WILSON, 2001), emparelhada aos estudos de Damásio (1994, 2004), o objetivo deste estudo é advogar em favor de uma integração mental que congrega razão e emoções na interpretação discursiva. A motivação que norteia o estudo parte do pressuposto de que, na interpretação de enunciados conversacionais, o efeito do significado interpretado não é apenas um produto da razão, mas é também, em alguma medida, afetado pelas emoções e sentimentos. As conclusões apontam para a ideia de que o desejo é o gatilho mental disparador do processo inferencial humano
Ruth Bohunovsky; Cristiane Gonçalves Bachmann
Revista Belas Infiéis, v. 9, n. 2 (2020), p. 261-280, 2020 Home page
Palavra-chave: Elfriede Jelinek; Tradução literária; Eurídice e Orfeu; iintertextualidade; feminismo
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Tradução
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Henrique Furtado de Melo; Ana Luísa Braga Cabral; Maria Carolina de Godoy
GUAVIRA LETRAS, v. 15, n. 29, p. 404-413-413, 2020 Home page
Palavra-chave: Sargento Getúlio; literatura; Psicanálise
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Brasileira
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Pedro Ipiranga Júnior
CLASSICA (SAO PAULO), v. 33, n. 1, p. 139-160, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: Alexander Romance; biografia na Antigüidade; Sábio, guerreiro e soberano na narrativa; Romance na Antigüidade; Literatura sapiencial; Romance de Alexandre
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras; Literaturas Clássicas; Romance antigo; Linguística, Letras e Artes; Letras; Biografia; Gênero bíos/vita na Antiguidade
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(pt) Agrupando relato histórico, gênero epistolar, narrativa de maravilhas, trechos em prosímetro com mistura de prosa e verso, incorporando conjuntos textuais de outras obras, o Romance de Alexandre não deixa de assimilar em sua dinâmica romanesca não apenas outros gêneros de discursos, como também mimetiza os processos do fazer narrativo. Nesse trabalho tenho como propósito analisar formas de marcação narrativa no RA que digam respeito a aspectos temáticos, diegéticos ou composicionais, enfocados a partir de dois enquadramentos: a) estejam vinculados aos discursos e às ações de Alexandre e expressem algum tipo de princípio filosófico, em geral, ou ético, em particular; b) indiquem a assimilação, aproximação ou apropriação por parte do protagonista de características de determinados deuses ou heróis, mormente de Héracles, Dioniso e Amon, por um lado, e de personagens históricos ou fictícios, por outro, a exemplo de Sesóstris ou Sesôncosis, Semíramis e Aquiles. Em função disso, analisarei trechos da recensão α e, mais restritivamente, da recensão β, especificamente com a variante representada pelo manuscrito L. Pretende-se com esse levantamento e comparação verificar se essas referências constituem uma rede de sinalizações interconectadas e, consequentemente, uma forma peculiar de garantir certa forma de unidade peculiar para obra, a despeito da possibilidade de agrupar novos materiais e outros conjuntos textuais.
Roosevelt Rocha; Roosevelt Araujo da Rocha Junior
Conexão Letras, v. 15, p. 67-79, 2020 Home page
Palavra-chave: Profissionalização; Poesia Grega Arcaica; Antropologia; Comparativismo
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Clássicas; Língua e Literatura Grega
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(pt) Neste texto faço uma série de críticas às propostas de Edmund Stewart sobre a profissionalização dos poetas gregos arcaicos. Ele defende que os poetas gregos sempre foram profissionais e sempre apresentaram sua atividade, em suas obras, como uma mercadoria que poderia ser vendida. Eu discordo dessa concepção, já que os poetas gregos não precisavam vender suas obras para sobreviver e eles não estavam em busca de ganhos materiais como compensação por suas atividades. Vários deles eram nobres e estavam interessados, na verdade, na perpetuação dos seus nomes, ou seja, no kleos, assim como os guerreiros e os atletas daquela época. Desse modo, pretendo demonstrar que o que levava o poeta a cantar, entre outras coisas, era o desejo de imortalizar-se através da poesia.
Eliane Regina Crestani Tortola
CADERNOS DE FORMAÇÃO RBCE, v. 11, n. 1, p. 70-80, 2020 Home page
Palavra-chave: mulher; música; dança
Áreas do conhecimento: Ciências da Saúde; Farmacologia; Transmissão Neuromuscular; Linguística, Letras e Artes; Artes; Dança
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(pt) Esta pesquisa apresenta uma narrativa metodológica a partir da Análise do Discurso, de orientação foucaultiana, advindas de reflexões resultantes de um estudo amplo e aplicadas a minha prática docente durante o ano de 2019, envolvendo os aspectos que permeiam a relação corpo, mulher e música, a fim de suscitar experiências formativas que contribuam para estudos e práticas pedagógicas, notadamente no que se refere à interlocução entre dança, gênero e sexualidade na educação física. Não é de hoje que o corpo da mulher é objetificado em letras musicais e um dos caminhos para fomentar ações de resistência é compreender que o que é dito hoje pode possuir um domínio de memória capaz de indicar tanto ruptura quanto regularidade daquilo que se entende por ser mulher na atualidade.
Miriam Adelman
Visual Studies (Print), v. 1, n. 1, p. 1-2, 2020 DOI
Palavra-chave: Cinema; film studies; women in film; cinema ibérico
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Sociologia; Sociologia da cultura; Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais
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Klaus Friedrich Wilhelm Eggensperger
Estudos Avançados, v. 34, n. 98, p. 367-370, 2020 DOI
Palavra-chave: Fausto; literatura alemã
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Estrangeiras Modernas; Linguística, Letras e Artes; Letras
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