Publicações - linguística, letras e artes


Fernanda Delatorre; Alison Roberto Gonçalves; SILVEIRA, ROSANE
Revista Entrepalavras, v. 10, n. 1, p. 141-165, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: pronúncia _ed; inglês; intelibilidade
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(en) A produção dos verbos terminados em - ed está entre os desafios mais frequentes para os aprendizes de inglês. A literatura mostra que eles tendem a usar a epêntese vocálica ou a omissão do - ed para produzir estes verbos. Cada participante gravou individualmente 96 sentenças com um verbo em cada, incluindo 72 verbos terminados em ed e 24 irregulares, distratores neste estudo. Os oito participantes produziram 576 verbos com 25.52% de produções diferentes da forma alvo, sugerindo que estes resultados foram influenciados pela proficiência dos participantes, a qual pareceu ser maior do que a proficiência dos participantes dos estudos anteriores sobre verbos terminados em - ed . Falantes de português brasileiro e espanhol como L1 usaram vogal epentética e omissão do - ed na produção dos verbos enquanto que falantes de alemão usaram a omissão do- ed na produção dos verbos, produzindo estruturas silábicas menos marcadas e mais próximas das estruturas silábicas das suas L1s, assim como aconteceu em estudos anteriores. A produção dos verbos foi também influenciada pela mudança no contexto que antecede ao - ed em função de dificuldades na leitura, língua materna e ortografia do verbo. Já a produção dos verbos por falantes de inglês como L1 mostrou a omissão do - ed , a qual foi possivelmente causada pela mistura ou ligação entre sons similares durante a leitura.
(pt) Production of verbs ending in - ed is among the most frequent challenges for learners of English. Literature shows that learners tend to use vowel epenthesis or - ed omission to produce these verbs. The present study investigated the production of English verbs ending in - ed by two speakers of Brazilian Portuguese, two of Spanish, two of German and two of English. Each participant individually audio-recorded 96 sentences with one verb in each of them, including 72 verbs ending in - ed and 24 irregular verbs, distractors in this study. The eight participants produced a total of 576 verbs with 25.52% of non-target productions, suggesting that these results were affected by participants’ proficiency, which seemed to be higher than the proficiency of participants from previous studies on verbs ending in - ed . Brazilian Portuguese and Spanish L1 speakers tended to use vowel epenthesis and - ed omission in verb production whereas German L1 speakers tended to use - ed omission, producing less marked syllable structures that are similar to their L1s’, following the tendency found in previous studies. Verb production was also influenced by change in the context preceding the - ed due to misreading, L1 and verb orthography. Production of verbs by English L1 speakers showed the - ed omission, which was possibly caused by blending and linking of similar sounds during the reading.
Tânia Bittencourt Bloomfield
ART&SENSORIUM, v. 7, n. 2, p. 230-249, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: artes visuais;; projeto de interação Quarentinas;; literatura ficcional;; difusão de áudios por celular
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais
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(pt) O presente artigo aborda o projeto de interação Quarentinas, um work in progress, que vem se desdobrando desde o iní­cio do isolamento social referente à Covid-19, em final de março de 2020, e que ainda tem algumas etapas em desenvolvimento, previstas para alcançarem o ano de 2021. A partir da audição de textos lidos e gravados com a minha voz, por dispositivo de celular, enviados semanalmente pelo aplicativo WhatsApp aos convidados que aceitaram participar dentre os meus contatos, ao longo de cinco meses, foram reunidos três grupos heterogêneos de pessoas, do ponto de vista de gênero, profissão e idade, cada um associado a um dos autores Jorge Luis Borges, Italo Calvino e Maria Esther Maciel, e seus respectivos livros: O Livro dos Seres Imaginários; As Cidades Invisí­veis; O Livro dos Nomes. Em troca da audição dos textos gravados, os convidados geraram imagens realizadas em diálogo com os textos dos autores selecionados, semana a semana, que recolhi por e-mail. Os encaminhamentos metodológicos foram sendo estabelecidos, ao longo do perí­odo mencionado, adaptando-se às dinâmicas e aos eventos não antecipados que, em muitos momentos, fundiram a ficção com a realidade. A apresentação do presente trabalho se dá à luz de uma perspectiva fenomenológica e existencialista sartreana, entre outros autores, e pretende apresentar os resultados obtidos até a etapa em que se encontra o projeto.
Zélia Maria Marques Chueke
HERMÈS (PARIS. 1988), v. 13, n. 2020, p. 91-95, 2020 Home page
Palavra-chave: Imprensa Musical; Musica entre o Brasil e a Europa; Intercâmbio culturall; Musica e sociedade
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Música; Luteria (construção de instrumentos musicais)
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Hermès 86 - Autant de musiques, autant de mondes - (EAN13 : 9782271134059) édité par CNRS Editions - Explosion des plateformes de streaming, succès planétaire d’artistes nés aux quatre coins du monde, omniprésence de la musique dans nos vies quotidiennes,
SPERBER, DAN; Elena Godoy
Percursos Linguísticos (UFES), v. 10, n. 26, p. 14-23, 2020 DOI
Palavra-chave: pragmática cognitiva; Racionalidade; teoria da relevância; Teoria da Mente
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Pragmática
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(pt-BR) Entrevista com Dan Sperber supervisionada por Elena Godoy
Cristiane do Rocio Wosniak; Everson Luiz Oliveira Motta
REVISTA EDUCAÇÃO, ARTES E INCLUSÃO, v. 16, n. 2, p. 142-167, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: Educação; dança; Revista Educação, Artes e Inclusão; Ensino à Distância; educação ubíqua
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais; Linguística, Letras e Artes; Artes; Dança
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Helen Cristiane de Aguiar
Revista Científica/FAP (Curitiba. Online), v. 22-1, n. 1, p. 229-333, 2020 Home page
Palavra-chave: Pedagogia; teatro; Formação docente; Artes; interfaces
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais; Linguística, Letras e Artes; Artes; Teatro; Dramaturgia
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Elena Godoy; Marina Xavier
LITTERA ONLINE, v. 20, p. 47-65, 2020
Palavra-chave: competência pragmática; competência comunicativa; aquisição de segundas línguas; pragmática
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Pragmática; Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Lingüística Aplicada; Linguística, Letras e Artes; Letras; Línguas Estrangeiras Modernas
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Francisco Javier Calvo del Olmo; Teurra Fernandes Vailatti
REVISTA VIRTUAL DE ESTUDOS DA LINGUAGEM, v. 18, n. 1, p. 447-474, 2020 Home page
Palavra-chave: Ensino de PLE; didática do plurilinguismo; Migração
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Lingüística Aplicada; Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Intercompreensão
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Fabiano Dalla Bona
Téssera, v. 3, n. 1, p. 26-45, 2020 DOI Home page
Palavra-chave: Gabriele D'Annunzio; literatura italiana; Paisagens urbanas; Roma
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Literaturas Estrangeiras Modernas; Literatura Italiana; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Comparada
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(en) No Italian artist has described Rome as the novelist, poet, playwright, journalist, screenwriter, and soldier Gabriele D'Annunzio (1863-1938). Before he even set foot on Roman soil in 1881, he knew his streets, atmospheres, works of art, people in motion, and their faces; in a way, Rome was familiar to him thanks to the reading of authors considered like his masters, Italians and especially Latins. No one celebrated it with such love, devotion, and art as he did. Rome is a topos, a dominant note in his work, the immortal design of his ideal weavings, the meaningful dream of all his visions that he traverses as the Benjaminian flâneur. This article proposes a cross-reading of some descriptions of Rome in Elegie Romane (Roman Elegies) and Il Piacere (The pleasure).
(pt) Nenhum artista italiano descreveu Roma como o romancista, poeta, dramaturgo, jornalista, roteirista e soldado italiano Gabriele D’Annunzio (1863-1938). Antes mesmo de pisar em solo romano, em 1881, ele já conhecia suas ruas, atmosferas, obras de arte, as pessoas em movimento e as suas faces; de certa forma, Roma lhe era familiar graças à leitura de autores considerados como seus mestres, italianos e, principalmente, latinos. Ninguém a celebrou com tanto amor, com tanta devoção e com tanta arte como ele. Roma é um topos, uma nota dominante em sua obra, o desenho imortal de suas tessituras ideais, o sonho significativo de todas as suas visões que ele atravessa como o flanêur benjaminiano. O presente artigo propõe uma leitura entrecruzada de algumas descrições de Roma em Elegie Romane (Elegias Romanas) e em Il Piacere (O prazer).
Pedro Ramos Dolabela Chagas
CLASSICA - REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS CLÁSSICOS, v. 33, n. 1, p. 161-172, 2020 Home page
Palavra-chave: teoria da ficção; Romance de Alexandre; Poligênese do romance; teoria do romance
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria Literária; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literaturas Clássicas; Tradução; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Comparada
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(pt) Pela definição de Gregory Currie, o Romance de Alexandre é uma “pseudoficção”: um texto que hoje se dá a ler como ficcional, mas que originalmente possuía certo status de verdade, num limiar incerto entre a ficção, a história e a lenda. Isso pode fazer com que ele não pareça exemplar de um gênero que, em regra, tem a ficcionalidade como atributo constitutivo. Esse é, no entanto, um pressuposto que este artigo pretende reabrir, indicando: 1) a concepção tradicional da história do romance que lhe subjaz, a ser substituída, aqui, pela proposição da poligênese do gênero; 2) a discussão sobre o lugar da ficcionalidade num conceito renovado de romance, que atenda ao aumento do corpus implicado na teoria da poligênese. A partir desse enquadramento da teoria e da história do romance, passando pela teoria da ficção, o artigo propõe que, se a marginalidade inicial do romance na cultura erudita se deveu, entre outros motivos, à ambiguidade epistêmica da ficção perante o saber institucionalizado, o status epistêmico ambíguo do Romance de Alexandre pode ter sido importante para a formação do romance, gênero que cavaria para a ficção um domínio social rotinizado. A “pseudoficcionalidade” daquele texto teria colaborado para abrir espaço, no campo letrado, para a exploração aberta da ficcionalidade, assegurando, retrospectivamente, o seu lugar na história do romance.
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