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Dulce Regina Baggio Osinski;
TABORDA DE OLIVEIRA, MARCUS AURELIO
Palavra-chave:
História da educação;
educação e arte;
Educação artística
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Educação;
Ciências Humanas; Educação; Fundamentos da Educação; História da Educação;
Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais
resumo ...
(pt)
O objetivo deste dossiê é problematizar, a partir de um enfoque histórico, as relações entre os campos da arte e da educação. Enfatizamos não só a análise da arte como campo específi co que envolve áreas profi ssionais distintas, a exemplo da literatura, artes visuais, música, artes cênicas (dança e teatro), jardinagem (ARGAN; 1992, p. 13), o cinema e as mídias interativas, mas também as concepções estéticas propostas para a educação geral, em diferentes tempos e lugares, por agentes plurais. É preciso ter em mente, inicialmente, que a palavra arte pode significar coisas muito diferentes, devendo-se tentar evitar, como remarca Gombrich (1979, p. 4), a ideia da existência de uma arte com A maiúsculo e a polarização entre, por exemplo, arte erudita versus arte popular, ou arte de elite versus arte de massa.
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Rodrigo Vasconcelos Machado
Palavra-chave:
1948;
Yoram Kaniuk;
arquivo;
Estado de Israel;
ficção fundacional
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística;
Linguística, Letras e Artes; Letras; Estudos Literários;
Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Israelense do século XX
resumo ...
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Isabel Cristina Jasinski
Palavra-chave:
Estudos literários;
Mario Bellatin;
Américas Transitivas e as redes do literário
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Literaturas Hispânicas;
Linguística, Letras e Artes; Letras; Teoria Literária
resumo ...
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Anamaria Filizola
METAMORFOSES. REVISTA DA CÁTEDRA JORGE DE SENA DA FACULDADE DE LETRAS DA UFRJ,
v. 16,
p. 24-34,
2019
Home page
Palavra-chave:
Agustina Bessa-Luís;
biografia;
Prosper Mérimée;
gênese literária
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Letras; Outras Literaturas Vernáculas; Literatura Portuguesa;
Linguística, Letras e Artes; Letras; Outras Literaturas Vernáculas; Biografia
resumo ...
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Mirielly Ferraça
Palavra-chave:
semântica;
Entrevistas;
cidade;
Dicionário
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Sociolingüística e Dialetologia;
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Teoria e Análise Lingüística
resumo ...
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Cristiane do Rocio Wosniak
Palavra-chave:
corpo;
Imagem;
videoclipe;
Linguagem
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística;
Linguística, Letras e Artes; Artes; Cinema;
Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes do Vídeo
resumo ...
(pt)
Neste artigo, apresento uma possibilidade analítica do ícone cinético, ou seja, do corpo em movimento no videoclipe – signagemvideográfica contemporânea – alicerçada pelos pressupostos da Teoria Geral do Signos de Charles Sanders Peirce. Enquanto signagem híbrida, o videoclipe será apresentado em suas instâncias relacionais das três matrizes de linguagens, a visual, a sonora e a verbal que se entretecem na construção de sentido por meio da ação sígnica. Tomo comocorpusde análise, o videoclipePower(2010) do cantor estadunidense,Kanye West, dirigido pelo cineasta Marco Brambilla. Além da semiótica peirceana, procuro embasamento nas concepções teóricas de Décio Pignatari, Lúcia Santaella e Denise Azevedo Duarte Guimarães, com o objetivo de explicar o argumento de que ocorre, neste objeto de estudo em particular, uma espécie detradução icônica, aproximando-o, pela intervenção do paradigma pós-fotográfico, do conceito de videoarte multimidiática, propício à intervenção e instauração de novas significações.
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Marcos Namba Beccari
Palavra-chave:
filosofia trágica;
Hermenêutica;
Interpretação;
significação
Áreas do conhecimento:
Ciências Humanas; Educação;
Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Filosofia da Linguagem
resumo ...
(pt)
Este artigo propõe, na esteira da filosofia trágica desenvolvida por Clément Rosset, a definição de uma “hermenêutica trágica”. Para tanto, a hermenêutica de Paul Ricoeur é aqui apresentada de modo a, primeiro, evidenciar sua relação inconciliável para com o pensamento trágico e, em seguida, conduzir a reflexão para o horizonte hermenêutico do trágico, bem como à dimensão trágica da hermenêutica. Por sua vez, partindo do postulado segundo o qual o trágico falado é preferível ao trágico silencioso, a hermenêutica trágica começa por reconhecer que a fala não anula o silêncio (os significados não interferem no real), tanto quanto o silêncio não exclui a fala (a ausência de sentido inerente ao real não impede a existência e a circulação dos significados humanos). Sendo assim, ao colocar em evidência a maneira excedente pela qual interpretamos um mundo que prescinde de interpretação, a hermenêutica trágica põe-se a operar de duas maneiras subsequentes: pela desestabilização, que silencia o pensamento não trágico, e pela intensificação, que dá voz ao silêncio do mundo e do pensamento, como aprovação incondicional da existência.
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Milena Ribeiro Martins
MANUSCRÍTICA (SÃO PAULO),
v. 39,
p. 80-91,
2019
Palavra-chave:
Processo de criação;
Manuscrito moderno;
HISTÓRIA DO LIVRO;
Lobato, Monteiro
resumo ...
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Paulo Astor Soethe
Jahrbuch Deutsch als Fremdsprache,
v. 1,
n. 42,
p. 1-6,
2019
Palavra-chave:
Literaturas de Língua Alemã
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Literaturas Estrangeiras Modernas; Literatura alemã contemporânea
resumo ...
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Francine Fernandes Weiss Ricieri
Palavra-chave:
elogios fúnebres;
tombeau;
comunidade
Áreas do conhecimento:
Linguística, Letras e Artes; Letras
resumo ...
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