Publicações - linguística, letras e artes


José Carvalho Vanzelli
REVISTA CRIOULA (USP), n. 21, p. 735 2018 DOI
Palavra-chave: Antero de Quental; Orientalismo; transculturação; Oriente; Budismo
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Renan Kenji Sales Hayashi
Letra Magna (Online), v. 14, n. 23, p. 529-551, 2018 Home page
Palavra-chave: Análise do Discurso; Filosofia; Dispositivo da sexualidade
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística
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Dayane Battisti; Rosane Cardoso de Araújo
Orfeu, v. 2, n. 2, p. 147-174, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: motivação e música; performance; educação musical
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Música; Luteria (construção de instrumentos musicais)
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(en) Self-Efficacy Beliefs Theory is one of the possibilities for guiding research about  motivation, since trust in one's own abilities reinforces intrinsic and extrinsic aspects of the motivational process. Thus, the scope of our study was to investigate the motivation of children  learning to play guitar  from the perspective of self-efficacy beliefs in a context of collective teaching. The methodology was a small survey, carried out with seven children 9 - 11 years old, and the data collection was done through a questionnaire with open questions, and questions with response in the likert scale format. Results showed aspects of children's general motivation  regarding group learning, repertoire and public performance, in relation to their self-efficacy beliefs. We observed the presence of vicarious experiences during the classes, and that students valued the possibility of learning from others; successful experiences were poorly perceived by the children; the emotional and physiological state of the children was more controlled in the context of collective performance; verbal persuasion from the teacher had a stronger positive effect on increasing students' self-efficacy beliefs when compared to the persuasion of their peers. Results of this research corroborated with previous studies about learning in a collective context, demonstrating the potential that such a context adds to students’  motivation. In addition, suggestions were offered to the teacher to help maintain the motivation of the students and, consequently, to increase their self-efficacy beliefs.
(pt) O estudo das “Crenças de Autoeficácia” é uma das possibilidades para orientar investigações sobre a motivação, uma vez que a confiança nas próprias habilidades está relacionada a aspectos intrínsecos e extrínsecos do processo motivacional. Assim, o escopo para este estudo foi investigar a motivação de crianças para aprender violão sob a ótica das crenças de autoeficácia, num contexto de ensino coletivo. A metodologia foi um Estudo de Levantamento de pequeno porte, realizado com sete crianças entre 9 e 11 anos de idade, e a coleta de dados foi feita por meio de questionário com perguntas abertas e questões com resposta no formato de escala Likert. Os resultados indicaram aspectos da motivação geral das crianças sobre a aprendizagem em grupo, repertório e performance pública, na relação com suas crenças de autoeficácia. Neste sentido, foi observado que as experiências vicárias estavam presentes nas aulas e que os estudantes valorizavam a possibilidade de aprender com os outros; que as experiências de êxito eram pouco percebidas pelas crianças; que os estados fisiológicos eram mais controlados no contexto da performance em conjunto; e que a persuasão verbal vinda do professor possuía efeito positivo maior para o aumento das crenças de autoeficácia nos estudantes em detrimento da persuasão dos colegas. Concluiu-se que os resultados da pesquisa corroboraram com estudos anteriores sobre a aprendizagem em contexto coletivo, demonstrando o potencial que tal contexto traz para motivação do aluno, além de permitir vislumbrar sugestões para que o professor possa contribuir na manutenção da motivação dos estudantes e, consequentemente, para o aumento das suas crenças de autoeficácia.
Antonio Augusto Nery
Revista Queirosiana (Fundação Eça de Queirós, Santa Cruz do Douro, Portugal), v. 25/26, n. 01, p. 59-70, 2018
Palavra-chave: Eça de Queirós; "O suave milagre"; Jesus Cristo; Antirreligiosidade
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Portuguesa; Linguística, Letras e Artes; Letras; Crítica Literária
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Marcos Namba Beccari
ESTUDOS EM DESIGN (ONLINE), v. 26, n. 1, p. 178-194, 2018 Home page
Palavra-chave: corpo; Design Gráfico; Filosofia do Design
Áreas do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Filosofia; Lógica; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literaturas Estrangeiras Modernas
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(pt) Este artigo, de teor ensaístico, apresenta uma reflexão filosófica sobre o lugar do corpo no design gráfico. Adota-se o corpo de Frankenstein como analogia possível para se pensar o design gráfico enquanto meio “corpo-gráfico” privilegiado de leitura e reescrita do mundo. Para explorar conceitualmente uma tal anatomia, simultaneamente complexa e dispersa, começo por situar o campo discursivo a partir do qual palavras, imagens, corpos e livros não ocupam classes separadas; o viés pós-estruturalista é então explicitado. Argumento que a figura de Frankenstein refletia, no século XIX, um corpo que se abria a procedimentos de normalização e hibridação; em seguida, explico como tal processo coaduna-se com o da modernização da escrita, que diluía paulatinamente a aparente unidade essencial do livro impresso. Defendo, por fim, que a dispersão que caracteriza o corpo de Frankenstein é o que dá corpo ao gesto tipográfico.
Cainã Alves; Edwin Ricardo Pitre-Vásquez
Congresso da ANPPOM, v. 1, n. 28, p. 345-353, 2018 Home page
Palavra-chave: Fandango paranaense; Litoral paranaense; Etnomusicologia brasileira
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Etnomusicologia brasileira; Linguística, Letras e Artes; Artes; Etnografia da Música; Linguística, Letras e Artes; Artes; Política Pública de Música
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Fernando Cerisara Gil
CERRADOS, v. 26, n. 45, p. 110-117, 2018
Palavra-chave: romance rural; Século XIX; homem livre pobre
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Brasileira
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Cristiane do Rocio Wosniak
TRÍADE: COMUNICAÇÃO, CULTURA E MÍDIA, v. 6, n. 13, p. 4-22, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: Cinema; filme-performance; Imagem; corpo; dança
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística; Linguística, Letras e Artes; Artes; Cinema
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Claudia Mendes Campos
ESTUDOS LINGUÍSTICOS (SÃO PAULO. 1978), v. 47, n. 1, p. 196-211, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: advérbios; temporalidade; expectativa; pressuposição
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística; Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Semântica
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(en) This article considers the adverbs já (already) and ainda (yet/still) as a semantic pair and describes them in relation to each other. Both adverbs mark a temporality, imply an expectation and introduce a presupposition; besides, the expressed content is the indication of the temporality. Já (already) indicates that the situation described by the verb happened before or after the enunciation moment, or a reference moment; ainda (yet/still) indicates that the situation occurs at the enunciation moment or at the reference moment. Já (already) implies that the situation is expected, that its occurrence is possible; ainda (yet/still) implies that one would not expect the situation to continue. Já (already) introduces the presupposition that the situation did not happen before; ainda (yet/still) introduces the presupposition that the situation had already occurred before.
(pt) Este artigo toma os advérbios já e ainda como um par semântico e os descreve um em relação ao outro. Entende-se que ambos os advérbios marcam uma temporalidade, implicitam uma expectativa e introduzem um pressuposto, sendo a indicação da temporalidade o conteúdo posto. O já indica que a situação descrita pelo verbo aconteceu antes ou depois do momento da enunciação, ou de um momento de referência; o ainda indica que a situação ocorre no momento da enunciação ou no momento de referência. O já traz o implícito de que a situação é esperada, que sua ocorrência é possível; o ainda traz o implícito de que não se esperaria a continuidade da situação. O já introduz o pressuposto de que a situação não ocorria antes; o ainda introduz o pressuposto de que a situação já ocorria antes.
Pedro Ramos Dolabela Chagas
Cadernos PET-Filosofia (UFPR), v. 17, p. 36-48, 2018 Home page
Palavra-chave: Filosofia da Mente; Ficção realista; ficção, realidade, imaginário
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria Literária; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Comparada
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(pt) Este artigo oferece um contraponto à pretensão de “realismo epistemológico” do romance moderno, evidenciando o quadro “metafísico” de valores e crenças subjacentes a ele.
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