Publicações - linguística, letras e artes


Márcio Renato Guimarães
LÍNGUAS & LETRAS (ONLINE), v. 19, n. 43, p. 40-58, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: ariano; indo-europeu; linguística e nacional-socialismo
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; História da Linguística
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(pt) O artigo apresenta a história do termo ariano , nas línguas modernas da Europa, desde a sua introdução como sinônimo de indo-europeu , no início do século XIX até o período nazista na Alemanha. O foco do texto é o desenvolvimento do conceito de “ariano” e das noções associadas a ele, do ponto de vista da reelaboração da narrativa das origens indo-europeias que subjazem ao seu uso ao longo de quase dois séculos.
Marina Xavier; Elena Godoy
Intersecções. Revista de Estudos sobre Práticas Discursivas e Textuais, v. 11, n. 26, p. 181-195, 2018
Palavra-chave: pragmática
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Lingüística; Pragmática
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Ruth Bohunovsky
PANDAEMONIUM GERMANICUM (IMPRESSO), v. 21, n. 35, p. 69-86, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: Tradução; Sigmund Freud; chiste
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(en) This article proposes to discuss some aspects of translation of the three Brazilian versions (1950, 1977, 2017) of Sigmund Freud's Der Witz und seine Beziehung zum Unbewussten, whose first publication dates from 1905. Based on arguments presented during a debate between the Brazilian poet and translator Haroldo de Campos and the French translator of the work of Freud, Jean Laplanche, on the possibilities of translating the jokes mentioned by Freud in his book, different strategies adopted by the Brazilian translators are identified. Far from trying to present an exhaustive analysis of the different versions or a comparison between the original and the three (re)translations, it is argued that they are different approaches about certain aspects of the "original" work, all of them valid and potentially relevant to the Brazilian reader.
(pt) Este artigo se propõe a discutir algumas questões de interesse tradutológico referentes às três traduções brasileiras (1950; 1977; 2017) da obra Der Witz und seine Beziehung zum Unbewussten, de Sigmund Freud – cuja primeira publicação data de 1905. Parte-se de argumentos expostos em um debate entre o poeta e tradutor brasileiro Haroldo de Campos e o tradutor francês de Freud, Jean Laplanche, acerca das possibilidades de traduzir os chistes citados por Freud no referido livro, para identificar as diferentes estratégias adotadas pelos tradutores brasileiros. Longe de apresentar uma análise completa das diversas versões ou um cotejo exaustivo entre o original e as três (re)traduções, o que este trabalho visa é defender que elas constituem aproximações diferentes – porém todas válidas e potencialmente relevantes para o leitor-alvo – em relação a determinados aspectos da obra “original”.
Clayton Rosa Mamedes
ART&SENSORIUM, v. 5, n. 1, p. 39-54, 2018 Home page
Palavra-chave: estética; Interactive Systems; participação; Installation Art
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria e Análise Lingüística; Linguística, Letras e Artes; Artes; Arte Sonora; Linguística, Letras e Artes; Artes; Instalações (Artes)
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Zélia Maria Marques Chueke
MUSICA THEORICA, v. 3, n. 1, p. 94-107, 2018 Home page
Palavra-chave: Paul Klee; Formas Musicais; Relações interartisticas
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Pedro Ramos Dolabela Chagas
DOIS PONTOS (UFPR) DIGITAL, v. 15, n. 2, p. 41-50, 2018
Palavra-chave: Arte e autonomia; Autoria e inovação; Processos sistêmicos; sistemas adaptativos complexos; Filosofia da arte de Hume
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Estética e Filosofia da Arte; Linguística, Letras e Artes; Artes; Fundamentos e Crítica das Artes; Crítica da Arte; Linguística, Letras e Artes; Artes; Fundamentos e Crítica das Artes; Teoria da Arte
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Rosane Cardoso de Araújo; Susan Stéphanie Opiechon; carolina bee araujo; Maitê Victória Alonso
PERCEPTA - REVISTA DE COGNIÇÃO MUSICAL, v. 5, n. 2, p. 39-50, 2018 Home page
Palavra-chave: cognição; Criatividade; educação musical
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Música; Luteria (construção de instrumentos musicais)
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Cristiane do Rocio Wosniak
REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESENÇA [EPERIODICO], v. 8, n. 3, p. 469-486, 2018 DOI Home page
Palavra-chave: corpo; Linguagem; estética; Arte; Cinema
Áreas do conhecimento: Ciências Humanas; Educação; Linguística, Letras e Artes; Artes; Artes Visuais; Linguística, Letras e Artes; Artes; Cinema
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Pedro Ipiranga Júnior
TO ELLINIKO BLEMMA, v. 5, n. 2018, p. 2-31, 2018
Palavra-chave: Thecla; Atos de Thecla; Discurso feminino na Antiguidade; Discursos cristãos na Antigüidade; estudos de genero; Romance na Antigüidade
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura cristã antiga; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literaturas Clássicas; Romance antigo; Linguística, Letras e Artes; Letras; Biografia; Gênero bíos/vita na Antiguidade
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Pedro Ramos Dolabela Chagas; Débora Gandra
EUTOMIA, v. 1, n. 21, p. 280-297, 2018 Home page
Palavra-chave: teoria do romance; história do romance; romance grego antigo
Áreas do conhecimento: Linguística, Letras e Artes; Teoria Literária; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literatura Comparada; Linguística, Letras e Artes; Letras; Literaturas Clássicas; Tradução
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(pt) Resumo: Descreve-se algumas das condições sistêmicas que, na Grécia do início da era cristã, motivaram a subjetivação da temática ficcional no romance, gênero então emergente. Enquanto a épica e a tragédia traziam heróis lendários e dramatizavam problemas coletivos, o romance lidava com a vida prosaica, com consequências para a composição dos personagens, para a concepção de vida pessoal dos enredos, para a suas estórias de amor à primeira vista. Propõe-se que quatro elementos favorecerem essa passagem à subjetivação: o status da cultura grega no Império Romano, a influência da segunda sofística, a marginalidade do gênero no campo letrado, as tecnologias da escrita. Lança-se, ao final, a hipótese de que condições análogas ou semelhantes grosso modo se repetiriam nos contextos em que o romance voltaria a vicejar, espelhando-se na concomitante subjetivação dos modos de leitura estimulados pelo gênero. Palavras-chave: Teoria do romance, História do romance, Romance grego antigo.
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